Mineração sustentável. Essa é a nossa frente.

Platina e Paládio

O que são?  

A platina e o paládio são metais preciosos que pertencem ao grupo da platina (PGMs). Raros e encontrados em baixíssimas concentrações, eles se destacam pela alta resistência à corrosão, estabilidade química e eficiência como catalisadores. 

Essas características fazem dos PGMs elementos essenciais para indústrias modernas e setores que impulsionam a transição energética. 

Para que servem?

Catalisadores automotivos
Platina e paládio são fundamentais na redução de emissões de veículos. O paládio ganhou destaque em motores a gasolina, enquanto a platina segue essencial em motores a diesel e em tecnologias ligadas ao hidrogênio. 

Indústria química
Participam como catalisadores em processos utilizados para produzir fertilizantes, plásticos e medicamentos. 

Energia e tecnologia
A platina é central em células a combustível de hidrogênio, tecnologia chave para a economia de baixo carbono. 

Eletrônicos
São usados em contatos elétricos, sensores, discos rígidos e componentes de alta performance. 

Joalheria
Ambos têm alto valor comercial e aparecem em peças de luxo pela durabilidade e brilho. 


Por que são estratégicos?

Platina e paládio são considerados minerais estratégicos porque são raros, têm oferta global limitada e são indispensáveis para setores que reduzem emissões e modernizam a indústria.

A produção mundial está concentrada em poucos países, principalmente na África do Sul, Rússia e Zimbábue. Essa dependência aumenta a volatilidade de preços e o risco de desabastecimento, o que leva governos a incluí-los em listas de minerais críticos. 


Na mineração
 

A mineração de platina e paládio é altamente tecnológica. Esses metais costumam ocorrer em depósitos associados a rochas ígneas, muitas vezes junto ao níquel, cobre e cromo. 

O processo envolve: 

  • Lavra em minas profundas, com desafios geológicos e operacionais.
  • Baixas concentrações, que exigem beneficiamento avançado e etapas longas de refino.
  • Recuperação metalúrgica de alta precisão, já que cada grama importa.
  • Cadeias de processamento sofisticadas, que demandam tecnologia de ponta.
     

No Brasil, esses metais aparecem ligados a projetos de níquel e PGMs. A participação nacional ainda é pequena no mercado global, mas há espaço para crescer com o avanço da transição energética e a demanda por minerais críticos. 

Platina e paládio são metais raros, valiosos e essenciais para a redução de emissões, a modernização da indústria e o avanço da economia verde. Por sua escassez e alta importância tecnológica, são considerados estratégicos em políticas nacionais e internacionais de minerais críticos.